Kantinho da Regiane
sexta-feira, 22 de maio de 2020
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
Eu sinto sua ausência
Quando o beijo ao sair de casa parece uma obrigação
Quando o seu olhar não procura o meu
Quando as suas mãos não tocam minha pele
Eu sinto você distante quando o meu carinho não é retribuído
Eu sinto você distante quando o telefone não mais toca no horário do seu almoço
Eu sinto você distante quando fica horas no banheiro e eu me canso de esperar e perguntou se está vivo
Eu sinto que o seu beijo não é mais o mesmo
Não é demorado, não é intenso
Eu finjo que não percebo e dou o meu amor.
Eu sinto sua ausência.
Ano 2017
Quando o beijo ao sair de casa parece uma obrigação
Quando o seu olhar não procura o meu
Quando as suas mãos não tocam minha pele
Eu sinto você distante quando o meu carinho não é retribuído
Eu sinto você distante quando o telefone não mais toca no horário do seu almoço
Eu sinto você distante quando fica horas no banheiro e eu me canso de esperar e perguntou se está vivo
Eu sinto que o seu beijo não é mais o mesmo
Não é demorado, não é intenso
Eu finjo que não percebo e dou o meu amor.
Eu sinto sua ausência.
Ano 2017
domingo, 28 de abril de 2019
Boa Noite!
Uma reflexão; e quando chegar o chamado do senhor, será que iremos nos despir de tudo que temos, das vestes e dos bens materiais? E a pessoa que está ao seu lado, continuará segurando firme em sua mão e sem exitar seguirá o seu exemplo? Quando chegar este dia, não existirá mais palavras, não existirá mais convencimento, existirá apenas duas escolhas, ficar ou seguir.
Domingo de bênçãos.
Uma reflexão; e quando chegar o chamado do senhor, será que iremos nos despir de tudo que temos, das vestes e dos bens materiais? E a pessoa que está ao seu lado, continuará segurando firme em sua mão e sem exitar seguirá o seu exemplo? Quando chegar este dia, não existirá mais palavras, não existirá mais convencimento, existirá apenas duas escolhas, ficar ou seguir.
Domingo de bênçãos.
sexta-feira, 15 de março de 2019
Testemunho de Fé/Uma vítima do Penfigo Vulgar.
Olá, sou a Francisca tenho 37 anos sofro de uma doença chamada Penfigo Vulgar. É uma doença que destroi as célula, provocando bolhas na pele que se transformam em feridas, sofri muito com essas feridas, fiquei internada por três meses, a doença atingiu a cabeça, a boca, garganta, as partes íntimas e todo o corpo. Ela é rara, eu nunca tinha ouvido falar, estava bem e do nada ela surgiu na cabeça, meu cabelo começou a cair, eu não conseguia pentear de tanta dor, tive que raspar a cabeça por completo, durante a internação tive complicações, peguei infecção através do Cateter, a infecção atingiu o coração e o Pulmão, o figado inflamou, e nao parava de escarrar sangue, tinha muita febre, sentia calafrios, devido a infecção, fui parar na UTI lá foi mais complicado, não podia andar, minhas pernas incharam, as feridas sangravam quando colocava o pé no chão. Meu corpo todo ficou cheio de hematomas, sentia dores enormes, a cabeça parecia que estava se rachando. Fiquei sem poder comer com minhas próprias mãos devido às feridas nos braços, e a garganta sangrava. Perdi muito peso no início, de 58 fui para 43.
Ficava a noite sem dormir, minhas costas grudavam no lençol toda vez que eu tentava levantar, tomava banho no leito, quando estava na UTI. Enquanto isso não deixava de clamar a Deus pra me curar e me tirar daquela UTI. Em plena dor eu chamava por ele. Tive uma melhora e me levaram de volta pro quarto, lá voltei a andar, mas fiquei isolada, não podia receber visitas pois fiquei com risco de pegar qualquer bactéria, me doía não poder abraçar as pessoa queridas, não podia sair no corredor. E os exames sempre davam alterações pois a bactéria era resistente. Sempre que ia fazer um exame eu pedia a Deus pra essa bactéria ter sumido. Na noite anterior do exame do coração me ajoelhei e pedi a Deus pra não dar nada pois minha alta dependia disso, ao fazer o exame a médica residente não viu nada na ultrassom, chorei de emoção e agradeci a Deus. A vegetação tinha sumido só ficou alguns vestígios insignificantes. Os pulmões estavam ótimo. Quanto ao Penfigo...estava sem feridas e sem dores. Hoje estou em casa, ainda faço acompanhemento no HC, tomo 5mg de corticóide, cálcio, antedepressivo, e remédio para controlar o colesterol, também faço terapia na UBS do bairro o que tem me ajudado muito na minha própria aceitação, no inicio não conseguia me olhar no espelho. O Penfigo me transformou fisicamente e psicologicamente, e era difícil sair na rua, as manchas que ficaram estão clareando e o cabelo está crescendo, ainda não posso sair ao sol, mas me sinto ótima e querendo viver cada segundo da minha vida. Sempre tive certeza que Deus estava comigo, eu orava enquanto dormia. Durante um sonho senti a presença de Deus como se ele estivesse ali, mas não o via, fiquei entre a vida e a morte, quase não acordava. Quando ia entrando em um túnel escuro eu clamei que queria viver, ele me puxou de volta e eu acordei chorando e mesmo sem abrir os olhos eu via a emfermeira e minha tia que estava tentando me acordar, eu prometi que daria meu testemunho, e disse a elas o que tinha acontecido, elas começaram a chorar tbm. Me descupem pelo texto enorme é que hoje senti no meu coração que deveria dar meu testemunho de fé. Eu sofri e chorei mas Deus não se esqueceu de mim, ele me devolveu a vida. Por isso dou Graças a ele.
Ficava a noite sem dormir, minhas costas grudavam no lençol toda vez que eu tentava levantar, tomava banho no leito, quando estava na UTI. Enquanto isso não deixava de clamar a Deus pra me curar e me tirar daquela UTI. Em plena dor eu chamava por ele. Tive uma melhora e me levaram de volta pro quarto, lá voltei a andar, mas fiquei isolada, não podia receber visitas pois fiquei com risco de pegar qualquer bactéria, me doía não poder abraçar as pessoa queridas, não podia sair no corredor. E os exames sempre davam alterações pois a bactéria era resistente. Sempre que ia fazer um exame eu pedia a Deus pra essa bactéria ter sumido. Na noite anterior do exame do coração me ajoelhei e pedi a Deus pra não dar nada pois minha alta dependia disso, ao fazer o exame a médica residente não viu nada na ultrassom, chorei de emoção e agradeci a Deus. A vegetação tinha sumido só ficou alguns vestígios insignificantes. Os pulmões estavam ótimo. Quanto ao Penfigo...estava sem feridas e sem dores. Hoje estou em casa, ainda faço acompanhemento no HC, tomo 5mg de corticóide, cálcio, antedepressivo, e remédio para controlar o colesterol, também faço terapia na UBS do bairro o que tem me ajudado muito na minha própria aceitação, no inicio não conseguia me olhar no espelho. O Penfigo me transformou fisicamente e psicologicamente, e era difícil sair na rua, as manchas que ficaram estão clareando e o cabelo está crescendo, ainda não posso sair ao sol, mas me sinto ótima e querendo viver cada segundo da minha vida. Sempre tive certeza que Deus estava comigo, eu orava enquanto dormia. Durante um sonho senti a presença de Deus como se ele estivesse ali, mas não o via, fiquei entre a vida e a morte, quase não acordava. Quando ia entrando em um túnel escuro eu clamei que queria viver, ele me puxou de volta e eu acordei chorando e mesmo sem abrir os olhos eu via a emfermeira e minha tia que estava tentando me acordar, eu prometi que daria meu testemunho, e disse a elas o que tinha acontecido, elas começaram a chorar tbm. Me descupem pelo texto enorme é que hoje senti no meu coração que deveria dar meu testemunho de fé. Eu sofri e chorei mas Deus não se esqueceu de mim, ele me devolveu a vida. Por isso dou Graças a ele.
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Olá...minha luta continua, meu tratamento se resume em consulta e exames a cada três meses, ainda tomo o temido corticoide, o cálcio e remédio para controlar o colesterol e antidepressivos. As vezes surgem pequenas bolhas nas costas, ainda bem que é só nas costas e com três dias sara. O meu coro cabeludo ainda está sensível se lavo o cabelo com shampoo forte fere. Não sinto mais aquelas dores nas pernas, consigo fazer minha caminha de Boa. O problema está em controlar a alimentação, nada me sacia, não sei por que. Gosto mesmo de comer. Mais estou bem psicologicamente, percebo umas mudanças em minha vida e estou aceitando melhor. A terapia tem me ajudado bastante, me apaixonei pelo artesanato, que grande descoberta não é mesmo...sonho em abrir minha própria loja de artesanato e quero ensinar para muitas pessoas o que ja aprendi.
sexta-feira, 30 de março de 2018
Reflexos de uma doença
Eu não sabia como era ser careca até adoecer e ser obrigada a raspar a cabeça, no início relutei, não aceitava a idéia de raspar a cabeça mais era preciso, meu cabelo já tinha caído quase a metade e estava cada dia mais difícil tratar as feridas do couro cabeludo. Eu já estava bem diferente devido ao Penfigo e seu tratamento, ao olhar no espelho após ter cortado o cabelo no Zero não me reconheci, não era eu...daí então evitei o espelho. Foi ai que começou minha transformação, de uma morena super vaidosa de cabelão para Eu mesma...pois é, sem cabelo e sem pele, sem conseguir andar devido as dores, e sem me olhar no espelho. Sabe...Hoje refletindo sobre todo esse processo de provação e de luta pela vida, eu entendi que comecei a olhar pra dentro de mim mesma, a me perceber, a resgatar algo que com o passar do tempo eu tinha deixado um pouco de lado, o meu próprio eu. É como se antes eu vivesse de aparências, talvez por isso as vezes eu me sentisse vazia e triste. Hoje já consigo olhar no espelho, mais com outro olhar, antes eu tinha essa necessidade, como se o espelho fosse me mostrar quem eu era. Hoje não preciso de espelho pra saber quem sou, só preciso de Deus pra saber que, sem ele eu nada seria.
Francisca Regiane Rafael.
Eu não sabia como era ser careca até adoecer e ser obrigada a raspar a cabeça, no início relutei, não aceitava a idéia de raspar a cabeça mais era preciso, meu cabelo já tinha caído quase a metade e estava cada dia mais difícil tratar as feridas do couro cabeludo. Eu já estava bem diferente devido ao Penfigo e seu tratamento, ao olhar no espelho após ter cortado o cabelo no Zero não me reconheci, não era eu...daí então evitei o espelho. Foi ai que começou minha transformação, de uma morena super vaidosa de cabelão para Eu mesma...pois é, sem cabelo e sem pele, sem conseguir andar devido as dores, e sem me olhar no espelho. Sabe...Hoje refletindo sobre todo esse processo de provação e de luta pela vida, eu entendi que comecei a olhar pra dentro de mim mesma, a me perceber, a resgatar algo que com o passar do tempo eu tinha deixado um pouco de lado, o meu próprio eu. É como se antes eu vivesse de aparências, talvez por isso as vezes eu me sentisse vazia e triste. Hoje já consigo olhar no espelho, mais com outro olhar, antes eu tinha essa necessidade, como se o espelho fosse me mostrar quem eu era. Hoje não preciso de espelho pra saber quem sou, só preciso de Deus pra saber que, sem ele eu nada seria.
Francisca Regiane Rafael.
Assinar:
Postagens (Atom)
